Cotidianamente convivemos com os absurdos do pré e pós julgamento, absurdo, pois nas duas situações não há uma evolução nos critérios e nas fundamentações, apenas são realizados, expostos sem o propósito de evolução.
Mais é claro, numa derrota estas analises são realmente intermináveis, vão do uniforme de outra cor, ou em razão de determinado atleta não ter entrado com o pé direito em quadra, senso comum? Não! Analises desorientadas.
No esporte, é preciso sempre analisar fatores determinantes, não sendo o “resultado” apenas a única fonte de avaliação, é claro que é um parâmetro significativo e não pode estar desassociado do conjunto, mais é parte deste processo.
Quando o resultado é negativo e o momento não permitia tal “erro” lógico que ele ganha proporções ainda maiores.
Mais na construção de o projeto ou planejamento um resultado negativo pode orientar as mudanças, o comportamento e por sua vez a trajetória dos próximos passos.
Então perder é bom? Não! Perder é necessário, pois se analisada de forma coerente trás inúmeros benefícios, dos quais, a auto-avaliação que é componente indispensável para obtenção de metas e objetivos.
Precisamos ter em mente outras variáveis que merecem analises, tais como:
•O Adversário (qualidade, competitividade, etc.);
•O Jogo (desenvolvimento técnico/tático, aproveitamento, condições de ambiente, etc.);
•O Resultado (para o momento, para o futuro e se compromete a meta);
•Os motivos (seja qual for o resultado é importante analisar os motivos para obtenção do mesmo).
As analises começam a ter coerência e alcançam respeito quando feitas sem emoções, os sentimentos pessoais neste momento ocultam a realidade dos fatos e dificultam a continuidade. Pensem nisso!!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Nossos verdadeiros "Aliados" X Nossos verdadeiros "Adversários"
Essa disputa sem duvidas é uma das mais acirradas que já conheci, as semelhanças são enormes e se confundem ao ponto de nos colocar em xeque mate.
Vamos aos nossos aliados; Nossos conhecimentos, autoconfiança, capacidade de superação, pré disposição para o trabalho e a vontade de realização.
Nossos adversários; Nossos medos, insegurança, incapacidade de resolver problemas, bloqueio metal, não se permitir realizar e se tornar refém da opinião alheia.
Seguramente poderíamos listar ainda mais itens, mais o objetivo é ser direto e prático. O que pretendo dizer e demonstrar é exatamente isso, nossos aliados e nossos adversários estão dentro de nos mesmo, se transformam na medida em que avançamos e encontramos nossos desafios, por mais experientes que sejamos ou mais vitorioso que tenhamos sido, os problemas são iguais para todos, a diferença é exatamente a forma que cada um lida com eles, e os resolve.
Quando atribuímos demasiada importância as criticas e dependemos da opinião do que os outros acham do nosso trabalho, os problemas podem ser ainda maiores. Passamos a cultivar sentimentos negativos, de medo, desconfiança, culpa e vamos destruindo nosso desejo de vencer, não nos permitindo mais pensar no prazer de uma conquista.
Muitas lesões no esporte também são oriundas dessa sensação de insegurança, não queremos estar em condições de nos confrontar com a opinião e as criticas, então desenvolvemos problemas físicos “é claro” de forma inconsciente, para fugir do confronto.
Por este motivo é importante estar atento e buscar as respostas dentro de si mesmo, uma boa conversa com alguém de sua confiança, o próprio técnico muitas vezes pode ajudar na solução, não culpe os outros, o mundo... Muitas vezes nos somos a resposta, o problema e a solução para tudo.
Se preocupe e desenvolva mais a relação com seu “aliado” e não dê tanta importância para o seu “adversário”. Essa pode ser o ponto chave para um caminho de sucesso.
Vamos aos nossos aliados; Nossos conhecimentos, autoconfiança, capacidade de superação, pré disposição para o trabalho e a vontade de realização.
Nossos adversários; Nossos medos, insegurança, incapacidade de resolver problemas, bloqueio metal, não se permitir realizar e se tornar refém da opinião alheia.
Seguramente poderíamos listar ainda mais itens, mais o objetivo é ser direto e prático. O que pretendo dizer e demonstrar é exatamente isso, nossos aliados e nossos adversários estão dentro de nos mesmo, se transformam na medida em que avançamos e encontramos nossos desafios, por mais experientes que sejamos ou mais vitorioso que tenhamos sido, os problemas são iguais para todos, a diferença é exatamente a forma que cada um lida com eles, e os resolve.
Quando atribuímos demasiada importância as criticas e dependemos da opinião do que os outros acham do nosso trabalho, os problemas podem ser ainda maiores. Passamos a cultivar sentimentos negativos, de medo, desconfiança, culpa e vamos destruindo nosso desejo de vencer, não nos permitindo mais pensar no prazer de uma conquista.
Muitas lesões no esporte também são oriundas dessa sensação de insegurança, não queremos estar em condições de nos confrontar com a opinião e as criticas, então desenvolvemos problemas físicos “é claro” de forma inconsciente, para fugir do confronto.
Por este motivo é importante estar atento e buscar as respostas dentro de si mesmo, uma boa conversa com alguém de sua confiança, o próprio técnico muitas vezes pode ajudar na solução, não culpe os outros, o mundo... Muitas vezes nos somos a resposta, o problema e a solução para tudo.
Se preocupe e desenvolva mais a relação com seu “aliado” e não dê tanta importância para o seu “adversário”. Essa pode ser o ponto chave para um caminho de sucesso.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Prêmio Melhores do Ano - Federação Paulista

Confira os premiados do ano de 2009, um abraço especial ao amigo Erick (Palmeiras).
TROFÉU "TÊNIS DE OURO - DIVISÃO ESPECIAL"
Principal
Leandro de Martini (S.C.Corinthians Paulista)
Leandro Fineto (São Paulo F.C.)
Erick Gonçalves Mendonça Lopes (Palmeiras)
Leandro Caires (A.D.C. Intelli)
Leandro Simi (S.C.Corinthians Paulista)
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O MEDO COMO EMOÇÃO
Por Rafaela Bertoldi
Psicóloga Esportista
O medo pode interferir diretamente na performance do atleta, essa interferência acontece de forma positiva ou negativa, ao longo de sua carreira esportiva.
Os atletas recebem as mais variadas pressões do ambiente esportivo e, se fracassam, passam apresentar, uma grande pressão interna que poderá resultar em uma mudança em sua auto-imagem (passa a ver somente os aspectos negativos de si e de seu desempenho).
Um atleta que vivencia um fracasso como, por exemplo, (comprometer o resultado de um jogo através de um erro), sente “o peso” da pressão interna e externa, pode vir a duvidar de suas capacidades, perder a confiança em si mesmo, desenvolver um sentimento de inferioridade, por vezes imaginário, e apresentar um comportamento medroso diante de uma competição ou jogo.
O atleta que experimenta o medo apresenta emoções fortes e dificilmente externará essas reações emocionais para seu técnico, por medo de decepcioná-lo, também por medo de admitir a própria fraqueza.
O medo também poderá ser considerado positivo quando propicia ao atleta o ímpeto de competir, ao reconhecê-lo, o atleta vivencia a ativação e a luta, interferindo positivamente em seu rendimento.
Portanto, o medo é o resultado da insegurança do atleta, causada pela percepção de sentir não estar bem preparado fisicamente, taticamente, tecnicamente e psicologicamente para o jogo ou competição.
Atualmente pesquisas sobre o medo no esporte mostram, de forma consensual, que esse sentimento, resulta em conseqüências claramente prejudicais para o atleta. Em virtude da tensão muscular gerada nos níveis motor e fisiológicos, decorrente do medo, os atletas demonstram falta de precisão ao efetuar os movimentos necessários para a execução dos fundamentos, falta de flexibilidade, maior predisposição à fadiga, dificuldades de percepção, redução do campo visual, da atenção-concentração e, sobretudo, na tomada de decisões.
A manifestação do medo no esporte está relacionada ao surgimento de inúmeras causalidades, provocando, atreladamente, as seguintes conseqüências ao atleta: falta de decisão, inibição e determinados bloqueios em certas ações, dificuldade na coordenação dos movimentos, fuga ou aversão.
Por fim, Roffé (1999), faz uma correlação do que denomina variáveis psicológicas, determinando que: quanto maior a ansiedade, menor a concentração; quanto maior a autoconfiança, menor a insegurança, a ansiedade e a hostilidade e maior a decisão e capacidade de arriscar e maior o controle dos medos; e, quanto maior a auto-estima, menor o estado de ansiedade e maior o grau de autoconfiança.
Psicóloga Esportista
O medo pode interferir diretamente na performance do atleta, essa interferência acontece de forma positiva ou negativa, ao longo de sua carreira esportiva.
Os atletas recebem as mais variadas pressões do ambiente esportivo e, se fracassam, passam apresentar, uma grande pressão interna que poderá resultar em uma mudança em sua auto-imagem (passa a ver somente os aspectos negativos de si e de seu desempenho).
Um atleta que vivencia um fracasso como, por exemplo, (comprometer o resultado de um jogo através de um erro), sente “o peso” da pressão interna e externa, pode vir a duvidar de suas capacidades, perder a confiança em si mesmo, desenvolver um sentimento de inferioridade, por vezes imaginário, e apresentar um comportamento medroso diante de uma competição ou jogo.
O atleta que experimenta o medo apresenta emoções fortes e dificilmente externará essas reações emocionais para seu técnico, por medo de decepcioná-lo, também por medo de admitir a própria fraqueza.
O medo também poderá ser considerado positivo quando propicia ao atleta o ímpeto de competir, ao reconhecê-lo, o atleta vivencia a ativação e a luta, interferindo positivamente em seu rendimento.
Portanto, o medo é o resultado da insegurança do atleta, causada pela percepção de sentir não estar bem preparado fisicamente, taticamente, tecnicamente e psicologicamente para o jogo ou competição.
Atualmente pesquisas sobre o medo no esporte mostram, de forma consensual, que esse sentimento, resulta em conseqüências claramente prejudicais para o atleta. Em virtude da tensão muscular gerada nos níveis motor e fisiológicos, decorrente do medo, os atletas demonstram falta de precisão ao efetuar os movimentos necessários para a execução dos fundamentos, falta de flexibilidade, maior predisposição à fadiga, dificuldades de percepção, redução do campo visual, da atenção-concentração e, sobretudo, na tomada de decisões.
A manifestação do medo no esporte está relacionada ao surgimento de inúmeras causalidades, provocando, atreladamente, as seguintes conseqüências ao atleta: falta de decisão, inibição e determinados bloqueios em certas ações, dificuldade na coordenação dos movimentos, fuga ou aversão.
Por fim, Roffé (1999), faz uma correlação do que denomina variáveis psicológicas, determinando que: quanto maior a ansiedade, menor a concentração; quanto maior a autoconfiança, menor a insegurança, a ansiedade e a hostilidade e maior a decisão e capacidade de arriscar e maior o controle dos medos; e, quanto maior a auto-estima, menor o estado de ansiedade e maior o grau de autoconfiança.
Erick Lopes (goleiro do Palmeiras), um dos principais arqueiros da atualidade no Brasil

Por Marcos Diniz (FPFS)
"O experiente goleiro do Palmeiras, Erick Lopes visitou a sede da FPFS e comentou sobre a sua renovação com o 'verdão', sobre a conquista do hexacampeonato da Seleção Paulista Sub-20, relembrou seu título com a seleção em 1984, ainda na categoria fraldinha, falou sobre o futuro, as competições de futsal e também sobre a nova bola Kagiva".
Leia na integra toda a entrevista realizada com o Goleiro Erick!
http://www.futsal.com.br/noticias/noticia.asp?NumeroID=10623
Em particular desejo ao amigo Erick todo sucesso do mundo, um goleiro super vitorioso e muito competitivo, tenho certeza que fará novamente um excelente ano.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Psicologia no Esporte
Caros amigos, frente a necessidade de esclarecer e discutir aspectos inerentes da Psicologia no Esporte, nada melhor do que um profissional habilitado. A intenção do meu blog e promover estas oportunidades, sendo assim, convidei para fazer parte deste trabalho a Psicóloga e amiga Rafaela Bertoldi (Psicóloga Esportiva) que trará artigos relacionados ao tema. Rafaela possui grande experiência na área esportiva, portanto, irá agregar um grande valor aos temas aqui postados. Ela inicia falando sobre as "Emoções no Esporte" já postado abaixo, segundo ela "Estou Partindo de uma perspectiva mais teórica, para em seguida, descrever cada uma das emoções que estão presentes no desempenho dos atletas". Então em breve teremos novos artigos. Muito obrigado Rafaela por aceitar o meu convite, seja muito bem vinda.
EMOÇÕES NO ESPORTE
Por Rafaela Bertoldi
Psicóloga Esportiva
O esporte produz uma grande riqueza de processos emocionais. Como as emoções são reguladoras da ação do atleta o desempenho poderá sofrer alterações fisiológicas, psicológicas e motoras. O atleta que, por exemplo, experimentar alegria e satisfação, pode na próxima atuação ter a expectativa da repetição da mesma atuação, e quando está não se concretiza, pode sentir frustração e decepção.
Em razão de as emoções regularem as ações, consequentemente elas interferem de maneira significativa no resultado das ações dos atletas e, dependendo da interpretação (e percepção), de tal emoção, ou até mesmo da intensidade com a qual é manifestada, esta pode assumir um sentido (sentimento) positivo ou negativo, influenciando, assim no desempenho, que pode ser percebido através da execução de um passe errado, em uma finalização ao gol, em uma expulsão e etc.
O atleta, quando em situação de baixo rendimento, experimenta nervosismo, inquietude, apatia mental, mau humor e, como conseqüência, poderá influenciar sua atenção e concentração. Quanto em situação de bom rendimento pode ocorrer um estado ótimo de ativação, motivação, autoconfiança, otimismo, com a possibilidade de manter sua orientação para o êxito e para a alta capacidade para o controle psicomotor, ou seja, na perfeita execução dos fundamentos da modalidade esportiva.
Portanto, o atleta que acredita em si mesmo vivência emoções positivas, mantém o foco nas metas estabelecidas e age de maneira tranqüila e confiante. Já o atleta influenciado por emoções negativas pode ter uma crença que o limita, utilizando-se, muitas vezes, de frases negativas, como “não vou conseguir marcar o adversário nesta condição”, para justificar sua dificuldade naquele momento.
Contudo, as emoções constituem um dos principais determinantes no desempenho do atleta nas competições, uma vez que o mesmo pode experienciar um amplo espectro de emoções, que vai desde as emoções negativas (desapontamento e insegurança), até as emoções positivas (excitamento e satisfação).
Psicóloga Esportiva
O esporte produz uma grande riqueza de processos emocionais. Como as emoções são reguladoras da ação do atleta o desempenho poderá sofrer alterações fisiológicas, psicológicas e motoras. O atleta que, por exemplo, experimentar alegria e satisfação, pode na próxima atuação ter a expectativa da repetição da mesma atuação, e quando está não se concretiza, pode sentir frustração e decepção.
Em razão de as emoções regularem as ações, consequentemente elas interferem de maneira significativa no resultado das ações dos atletas e, dependendo da interpretação (e percepção), de tal emoção, ou até mesmo da intensidade com a qual é manifestada, esta pode assumir um sentido (sentimento) positivo ou negativo, influenciando, assim no desempenho, que pode ser percebido através da execução de um passe errado, em uma finalização ao gol, em uma expulsão e etc.
O atleta, quando em situação de baixo rendimento, experimenta nervosismo, inquietude, apatia mental, mau humor e, como conseqüência, poderá influenciar sua atenção e concentração. Quanto em situação de bom rendimento pode ocorrer um estado ótimo de ativação, motivação, autoconfiança, otimismo, com a possibilidade de manter sua orientação para o êxito e para a alta capacidade para o controle psicomotor, ou seja, na perfeita execução dos fundamentos da modalidade esportiva.
Portanto, o atleta que acredita em si mesmo vivência emoções positivas, mantém o foco nas metas estabelecidas e age de maneira tranqüila e confiante. Já o atleta influenciado por emoções negativas pode ter uma crença que o limita, utilizando-se, muitas vezes, de frases negativas, como “não vou conseguir marcar o adversário nesta condição”, para justificar sua dificuldade naquele momento.
Contudo, as emoções constituem um dos principais determinantes no desempenho do atleta nas competições, uma vez que o mesmo pode experienciar um amplo espectro de emoções, que vai desde as emoções negativas (desapontamento e insegurança), até as emoções positivas (excitamento e satisfação).
terça-feira, 6 de abril de 2010
"Uma partida perdida ou uma partida vencida deve representar apenas uma parte do Plano"
Se tivermos o conhecimento dessa importante informação, com toda certeza teremos a convicção do que queremos. Não existe desespero quando se perde uma partida, tão pouco, a necessidade de euforia quando se vence uma partida. Um somatório de coisas, de itens e de resultados é que formam o cumprimento de um plano.
Quando traçamos uma meta e acreditamos que é possível alcançá-la, nada pode nos abalar nos deprimir ao ponto de promover polemicas ou atitudes agressivas.
Acreditar num objetivo representa compreender que as derrotas também fazem parte do conjunto, às vezes quando perdemos muito aprendemos como vencer. Aprendemos a nos concentrar nos passos e caminhos que devemos seguir e ai sim, quando o encontramos sentimos a sensação de que estamos trilhando para o sucesso. No esporte, as partidas servem para avaliar o desenvolvimento da equipe, do rendimento técnico de cada atleta e posicionar as estratégias. Quando uma equipe se aproxima da reta final de uma competição e passa a depender de outras equipes para obter seu objetivo, com toda certeza esta trilhando o caminho errado, e jamais pode culpar os outros pela sua própria incompetência, basta perguntar se no início do planejamento havia previsto que em determinada partida iria necessitar dos pontos do adversário, se a resposta for não, "isso não foi previsto" então a conclusão é simples, "então não foi planejado". Dependa sempre do seu esforço, do seu trabalho e não desvie o foco dos insucessos pessoais ao mundo, aos outros ou ao seu adversário.
Quando traçamos uma meta e acreditamos que é possível alcançá-la, nada pode nos abalar nos deprimir ao ponto de promover polemicas ou atitudes agressivas.
Acreditar num objetivo representa compreender que as derrotas também fazem parte do conjunto, às vezes quando perdemos muito aprendemos como vencer. Aprendemos a nos concentrar nos passos e caminhos que devemos seguir e ai sim, quando o encontramos sentimos a sensação de que estamos trilhando para o sucesso. No esporte, as partidas servem para avaliar o desenvolvimento da equipe, do rendimento técnico de cada atleta e posicionar as estratégias. Quando uma equipe se aproxima da reta final de uma competição e passa a depender de outras equipes para obter seu objetivo, com toda certeza esta trilhando o caminho errado, e jamais pode culpar os outros pela sua própria incompetência, basta perguntar se no início do planejamento havia previsto que em determinada partida iria necessitar dos pontos do adversário, se a resposta for não, "isso não foi previsto" então a conclusão é simples, "então não foi planejado". Dependa sempre do seu esforço, do seu trabalho e não desvie o foco dos insucessos pessoais ao mundo, aos outros ou ao seu adversário.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Os clássicos regionais na estreia da Liga Nacional
Talvez este seja um início diferente, agitado e movido pela emoção dos confrontos. A Liga de 2010 coloca frente a frente equipes cuja rivalidade regional é marcada sempre por grande emoção. Podemos destacar alguns confrontos que com toda certeza serão agitados. O clássico Catarinense entre Krona e Florianópolis, finalistas do Catarinense em 2009, outro importante encontro Corinthians e Intelli que se enfrentam novamente no estado de São Paulo, no Sul, dois protagonistas importantes ACBF e Atlântico. No Paraná, o duelo reune o atual Campeão Paranaense Copagril e um Tri-Campeão o Cascavel. Com toda certeza grandes jogos!!! O jogo entre Copagril e Cascavel que será realizado em Marechal Cândido Rondon as 19:15h terá transmissão pela CATVE/Paraná Educativa.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
FELIZ PÁSCOA!!!
Meus votos de uma Feliz Páscoa aos amigos, que a data lhes traga sempre muita saúde.
FELIZ PÁSCOA!!!!
FELIZ PÁSCOA!!!!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Lei da Ação e Reação
Reflito sobre tudo que me é dito, analiso tudo que esta ao meu redor... Desconfiança? Acho que não, puro cuidado. Ao nosso redor existem pessoas, coisas e uma energia. Qualquer movimento brusco pode afeta-las, ferir-las ou até mesmo desperdiçá-las, por isso meu conselho (se é que estou habilitado a fazê-lo) é ter muito cuidado com as coisas que nos são ditas, proferidas ou perguntadas, por trás de tudo isso sempre vem algum tipo de expectativa. O jogo muda através das palavras, adquire força e movimento. Somos a soma de nossas ações, a cópia fiel de nossas reações e vamos colher sempre o que plantamos.
Não há como escapar dessa força, e fugir a Lei da Ação e Reação. Portanto sejamos mais conscientes com aquilo que desejamos ser e que nos esforçamos para um entendimento sempre. Conflitos criam fissuras e abalam as relações, mesmo após as duras criticas que às vezes recebemos podemos criar anticorpos e proteção, evolução e cura.
Não há como escapar dessa força, e fugir a Lei da Ação e Reação. Portanto sejamos mais conscientes com aquilo que desejamos ser e que nos esforçamos para um entendimento sempre. Conflitos criam fissuras e abalam as relações, mesmo após as duras criticas que às vezes recebemos podemos criar anticorpos e proteção, evolução e cura.
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